segunda-feira, novembro 28

Domingo na Praça!


Dia de Festa em Chapada! Motivo?! É que o dia estava lindo!!!

E também um grupo de percussão massa fazia sua estréia em Chapada dos Guimarães: CANTARINAS formado por Giselle Marques, Liudmila Diaz, Manú Dias, Monica Spinelli e Ariane Laura. Som da melhor qualidade, que fez parar quem tava de passagem!

Na sequência, o Cine Artê assumiu o palco. Estamos comemorando a vitória de um parceiro-irmão-amigo! O Rama ganhou 1° lugar no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, com a produção de um curta doc sobre a APPÁ. O vídeo ficou lindo, tem vários associados dando depoimentos desses três anos de caminhada, e é ótimo ver um trabalho tão bacana sendo reconhecido por quem tá do lado de fora.

E é claro que antes do curta rolou uma canja para a criançada, e exibimos dois vídeos de animação, que foram cedidos pela organização do "Dia da Animação" que aconteceu em outubro.
Agradecimentos a nossa super equipe de trabalho: Elly Buarque, Edmar Branco e Fábio.

Para quem não viu, sente só a vibração pelas fotos!

Uma boa semana a todos!









segunda-feira, novembro 21

VISITE A CHAPADA A MÃO - CONHEÇA O CINE ARTÊ

A APPÁ (Associação de Produtores e Produtoras Artesanais de Chapada dos Guimarães- MT) através da Loja Chapada a Mão e do Projeto cineclubista Cine Artê, promove arte, cultura e cidadania em Chapada. Promove a produção artesanal local, a valorização das culturas locais e tradicionais, a qualificação dos artesãos, apoia o cinema nacional e divulga temas e mensagens importantes, bonitas e criativas através da exibição de filmes gratuitamente!
Visite-nos, conheça, participe, acrescente!

video

Sábado, 26 de novembro!

Neste sábado, 26 de novembro, às 20:00hs



Cinema Nacional na Tela



“O CÁRCERE E A RUA”

Direção: Liliana Sulzbach

Doc, 2004, 80’



Cláudia é presidiária mais antiga e respeitada da Penitenciária Madre Pelletier. A que dá ordens e protege. Protege, por exemplo, a jovem Daniela, que corre risco de vida por ser acusada de matar o próprio filho. Mas Cláudia, assim como outra companheira de presídio, Betânia, deve deixar a penitenciária em breve. Daniela terá de se defender sozinha. Cláudia sai em busca do filho. Betânia sente a tentação de deixar de lado as regras do regime semiaberto para viver a liberdade em companhia de um novo amor.



Às 19:30hs,

Sessão Curta de Entrada

“Visita Íntima”

Direção: Joana Nin

Doc, 2005, 16’



O que faz uma mulher escolher um presidiário para desenvolver um relacionamento amoroso? Entre as personagens, algumas conheceram o companheiro na penitenciária, outras visitam o marido há décadas. Elas se sentem valorizadas e se consideram bem-amadas. São mulheres que insistem num relacionamento cheio de constrangimentos e privações, mesmo sofrendo as consequências dessa opção. Neste filme, o universo carcerário está presente quase que exclusivamente no relato das mulheres, e nunca sob o ponto de vista dos maridos.

segunda-feira, novembro 7

Neste sábado, 12 de novembro!



Neste
sábado, 12 de novembro, às 20:00hs

Cinema Nacional na Tela

“Aruanda”
Direção:
Linduarte Noronha
Doc,
1960, 22’

A
história de um quilombo, formado em meados do século XIX, por escravos libertos
no sertão da Paraíba. O filme, da mesma época da inauguração de Brasília,
mostra uma pequena população, isolada das instituições do país, presa a um
ciclo econômico trágico e sem perspectivas, variando do plantio de algodão à
cerâmica primitiva. O curta é considerado um dos precursores do Cinema Novo.


“A velha a fiar”
Direção:
Humberto Mauro
Fic,
1964, 6’

Ilustração
da antiga canção popular do interior do Brasil, utilizando tipos e costumes das
velhas fazendas em decadência.


“Ô xente, pois não”
Direção:
Joaquim Assis
Doc,
1973, 22’

Ô xente, pois não é um documentário
rodado em 1973 sobre lavradores da localidade de Salgadinho, perto de
Garanhuns, em
Pernambuco. Resultou essencialmente de longas e livres
conversas, durante cerca de 15 dias, com aproximadamente dez famílias que
lutavam contra toda sorte de dificuldades, entre elas a seca. O filme tenta
passar ao espectador a sabedoria das pessoas em questão e a fraternidade que as
unia. Do ponto de vista formal, Ô xente,
pois não é um entrelaçamento musical das falas daquela gente com as imagens
de seu cotidiano.


“Brasília: contradições de uma cidade nova”
Direção:
Joaquim Pedro de Andrade
Doc,
1967, 23’

Imagens
de Brasília em seu sexto ano e entrevistas com diferentes categorias de
habitantes da capital. Uma pergunta estrutura o documentário: uma cidade inteiramente
planejada, criada em nome do desenvolvimento nacional e da democratização da
sociedade, poderia reproduzir as desigualdades e a opressão existentes em
outras regiões do país?


“Ilha das Flores”
Direção:
Jorge Furtado
Doc,
1989, 12’

Um
tomate é plantado, colhido, transportado e colocado à venda num supermercado,
mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. Ilha das Flores segue-o até seu
verdadeiro final, entre animais, lixo, mulheres e crianças. E então fica clara
a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos.