segunda-feira, outubro 31
domingo, outubro 23
Relatório da Sessão do dia 22.
SESSÃO 68
Sessão realizada no sábado, 22 de outubro de 2011.
A sessão foi na sala de exibição do do Cine Artê.
A programação foi feita em função do mês das crianças. Para este sábado a sessão Cinema Nacional na Tela apresentou “No Coração dos Deuses” de Geraldo Moraes, fic, 1999, 95’.
A sessão teve início com 02 pessoas presentes. Após 30’ de exibição eram 05 os presentes. O público teve por reação algumas risadas e comentários entre si.
Não houve debate após a sessão.
A divulgação foi feita através de 12 cartazes fixados no centro comercial da cidade, além de mala direta por e-mail, blog, e redes sociais.
domingo, outubro 16
terça-feira, outubro 11
segunda-feira, outubro 3
Sábado, 08 de outubro!

Neste sábado, 08 de outubro:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00hs
CURTAS INFANTIS
No mês das Crianças!
Início às 19:30 hs!
Duração:
“O arroz nunca acaba”
Direção: Marão
2005, ani,
“Quando os morcegos se calam”
Direção: Fabio Lignin
1986, ani,
“Em nome da lei”
Direção: Rodrigo Guimarães
1986, ani,
“A lasanha assassina”
Direção: Ale McHaddo
2002, ani,
“Isabel e o cachorro flautista”
Direção: Christian Saghaard
2004, fic/ani,
“O tamanho que não cai bem”
Direção: Tadao Miaqui
2001, ani,
“Alma carioca – um choro de menino”
Direção: William Côgo
2002, ani,
“Disfarce explosivo”
Direção: Mário Galindo
2000, ani,
“O nordestino e o toque de sua lamparina”
Direção: Ítalo Maia
1998, ani,
“Mitos do mundo: como surgiu a noite”
Direção: Andrés Lieban
2005, ani,
“Historietas assombradas (para crianças malcriadas)”
Direção: Victor-Hugo Borges
2005, ani,
domingo, setembro 25
Sábado, 01 de outubro!

terça-feira, setembro 20
Sábado, 24 de setembro!

Neste sábado, 24 de setembro:
CINE – TEATRO:
Trio Pirathiny e Cine Artê
na Praça Dom Wunibaldo!
Espetáculo às 20:00h, e na sequência sessão de curtas:
“Alma carioca – Um choro de menino”
Direção: William Côgo
Ani, 2002,
Na zona portuária do Rio de Janeiro do início do século 20 foi berço de grandes mestres da música popular. Mesmo as condições precárias não impediram o surgimento de um gênero musical que é uma de nossas maiores manifestações culturais: o choro.
“Cine Holiúdy – O astista contra o caba do mal”
Direção: Halder Gomes
Fic, 2004,
Francisgleydisson é o proprietário do Cine Holiúdy, um modesto cinema no interior do Ceará nos anos 70. O projetor tem um defeito súbito, mas ele consegue resolver de forma criativa e inusitada.
“Como se morre no cinema”
Direção: Luelane Loiola Corrêa
Fic/Doc, 2002,
Memórias do papagaio que participou da filmagem do clássico brasileiro “Vidas Secas”, em 1962, quando atuou ao lado da cachorra Baleia.
segunda-feira, setembro 19
segunda-feira, setembro 12
Neste sábado, 17 de setembro!

Neste sábado, 17 de setembro:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“O veneno está na mesa”
Direção: Silvio Tendler
Doc, 2011,
Desde 2008, o Brasil é o maior consumidor anual de agrotóxicos.
Cada brasileiro consome em média
Até quando vamos engolir isso?
segunda-feira, setembro 5
Neste sábado, 10 de setembro!

Neste sábado, 10 de setembro:
Sessão Curta de Entrada, às 19:30h, com:
“Ãgtux”
Direção: Tânia Anaya
Exp, 2005,
A etnia Maxakali habita o Vale do Mucuri,
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“Jornada Kamayurá”
Direção: Heinz Forthmann
Doc, 1966,
No Alto Xingu, próximo à Lagoa de Ipaivu, vivem os índios da tribo Kamayurá. Pela manhã, os homens vão à caça, as meninas colhem frutos e os meninos pegam gafanhotos. À tarde, os homens dedicam-se à cultura do algodão, observados pelos meninos. As mulheres reservam a maior parte do tempo aos cuidados da família. Ao entardecer trocam impressões sobre o dia. À noitinha tocam flauta, cantam e dançam. Um dia na vida cordial e bem humorada dos Kamayurá.
“Bubula, o cara vermelha”
Direção: Luiz Eduardo Jorge
Doc, 1999,
A trajetória documental do cineasta e fotógrafo Jesco Von Puttkamer, em que ele revisita sua obra cinematográfica construída no decorrer de quatro décadas com grupos indígenas da Amazônia brasileira.
“Mato eles?”
Direção: Sérgio Bianchi
Doc, 1983,
A FUNAI é um órgão de proteção indígena ou uma indústria de extração de madeira? O último índio da tribo Xetá deve ser tombado pelo patrimônio histórico? Você é a favor de que o extermínio indígena no Brasil seja imediato (vala comum) ou gradativo? É melhor negócio comprar terra indígena e retirar a madeira, ou denunciar quem faz isso?
quinta-feira, setembro 1
Neste sábado, 03 de setembro!
Neste sábado, 03 de setembro:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“Tempos de Paz”
Direção: Daniel Filho
Fic, 2009,
Final da 2ª Guerra Mundial. No Brasil, o governo de Getulio Vargas liberta presos políticos ao mesmo tempo em que recebe milhares de imigrantes europeus. Neste contexto, acontece o encontro entre Segismundo, o chefe da imigração na Alfândega do Rio de Janeiro e Clausewitz, um polonês que é visto como uma ameaça ao país. Assustado, ele terá que usar todas as técnicas de convencimento para ficar na nova pátria.
quarta-feira, agosto 24
Notícias sobre o Ponto de Cultura de Chapada.
Redação: Jean Nunes - Coordenador do Ponto de Cultura
Boa noite,
Venho por meio deste relatar aos envolvidos e interessados na OFICINA DE AUDIOVISUAL realizada pelo Sr. Luiz Borges em Chapada dos Guimarães sobre os fatos que levaram o Sr. Felipe Desidério Estivil Bustos à fazer acusações infundadas e ofensas pessoais aos coordenadores do Ponto de Cultura Chapada, Aldeia e Comunidades:
Meu nome é Jean Nunes, sou produtor cultural, resido em Chapada dos Guimarães desde 1994 e vivo pelo Brasil. Fui contratado como monitor do Ponto de Cultura a partir de 01 de junho deste ano, com a função de coordenar as oficinas a serem realizadas em 2011. Fui informado pelo Sr. Jânio Neves, presidente da Organização Comunitária da Aldeia–OCA, entidade que responde legalmente pelo Ponto de Cultura que, em fevereiro de 2011 *(aqui começa o erro: segundo orientação da Secretaria de Estado de Cultura, órgão que gerencia os convênios dos Pontos de Cultura em MT, as ações do Ponto de Cultura referentes à segunda etapa do convênio 042/2009 só puderam ter início à partir de abril/ 2011, quando foram liberados os recursos financeiros referentes à segunda parcela do convênio) o Sr Luiz Borges e a Sra. Monica Borges Carneiro, então ex-monitora do Ponto, deram início a uma oficina de audiovisual em nome do Ponto de Cultura sem o consentimento da diretoria da OCA, que não assinou o EDITAL PARA CONTRATAÇÃO DE INSTRUTOR nem CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DOS INSTRUTORES, procedimentos obrigatórios para o início de qualquer atividade do Ponto, conforme a lei que rege este convênio (se eu não me engano, lei 8.666/93).
Procurei o Sr. Luiz Borges, realizador da oficina, que exige que o Ponto de Cultura pague pelos serviços prestados. Questionado sobre o edital, informou-me que ele existia *(mesmo que existisse, faltava o contrato) e que se encontrava em poder da Sra. Monica Borges Carneiro. Entrei em contato com a Sra. Monica, que me informou que o edital se encontrava em um pen drive e que o mesmo havia se perdido, então o edital não foi impresso, assinado e nem publicado, não seguindo, portanto, os procedimentos exigidos por lei.
Procurei então a Secretaria de Estado de Cultura, onde expus os fatos acima citados, e onde tive a confirmação da ilegalidade da oficina realizada pelo Sr. Luiz Borges e da impossibilidade por meios legais de regularizá-la.
Em respeito aos alunos que participaram da realização do curta “O Bilhete Premiado” e dos apoiadores locais, a coordenação do Ponto de Cultura, representada por mim, em reunião com os alunos envolvidos, tendo em vista a não conclusão da oficina e nem a finalização do filme por falta de edição, propôs as seguintes medidas: a realização pelo Ponto de Cultura de uma OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO (onde os alunos realizadores do “O Bilhete Premiado” terão preferência pelas vagas) para a conclusão do aprendizado iniciado e a finalização do filme, entrando o Ponto apenas como apoiador do curta e não como realizador, e a edição dos vídeos produzidos pela OFICINA DE ANIMAÇÃO do Ponto de Cultura, com início previsto para o mês de setembro/ 2011 onde 20 alunos realizarão 10 vídeos de animação com massinha, usando a técnica “stop motion”, proposta esta aceita por todos os presentes, inclusive pelo Sr. Felipe Desidério (ao menos momentaneamente).
Agora o que o Sr. Felipe Desidério exige através de ofensas, difamação e tentativas de intimidação é que a diretoria da OCA pague pela oficina realizada pelo Sr. Luiz Borges, atitude esta que aí sim fere a legalidade das ações do Ponto de Cultura.
Espero que este documento, calçado em fatos e não em emoções venha a esclarecer as dúvidas e injurias lançadas pelo Sr. Felipe Desidério e por alguns desinformados ou simplesmente causadores de confusão.
Peço que enviem este mail a quem interessar, e me coloco à disposição de todos para maiores esclarecimentos referentes a este assunto e a qualquer outro que diz respeito ao Ponto de Cultura e suas ações.
Informo também que eu, a diretoria da OCA e o Sr. Jânio Neves estamos tomando as medidas cabíveis para que o Sr. Felipe Desidério Estivil Bustos responda judicialmente às acusações, calúnias e difamação que vem fazendo.
Segue em anexo uma pequena apresentação das ações do Ponto de Cultura Chapada, Aldeia e Comunidades em andamento e a se realizarem ainda neste ano de 2011.
segunda-feira, agosto 22
Sábado, 27 de agosto!

Neste sábado, 27 de agosto:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“Serras da desordem”
Direção: Andrea Tonacci
Doc/ Fic, 2006,
Carapirú é um índio nômade que, após escapar do massacre de seu grupo familiar em 1978, perambula sozinho pelas serras do Brasil Central até ser capturado, dez anos depois, a 2 mil quilômetros de distância do seu ponto de fuga/partida. Levado para Brasília pelo sertanista Sydney Possuelo, torna-se manchete nacional e centro de polêmica criada por antropólogos e lingüistas quanto à sua origem e identidade.
Pela causa indígena!
Contra Belo Monte
segunda-feira, agosto 15
Sábado, 20 de agosto!

Neste sábado, 20 de julho:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“A falta que me faz”
Direção: Marília Rocha
2009,
Durante um inverno, rodeadas pela Serra do Espinhaço, um grupo de meninas vive o fim da juventude. Um romantismo impossível que deixa marcas em seus corpos e na paisagem a seu redor. Em meio a conversas, obrigações e prazeres cotidianos, cada uma delas encontra uma maneira particular de contornar a solidão e enfrentar as incertezas de um futuro próximo.
terça-feira, agosto 9
segunda-feira, agosto 1
Sábado, 06 de agosto!!!
segunda-feira, julho 25
Sábado, 30 de julho!
terça-feira, julho 19
Sábado, 23 de julho!!!
segunda-feira, julho 11
Sábado, 16 de julho!!!

Neste sábado, 16 de julho:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“Timing”
Direção: Amir Admoni
Fic, 2009,
Um ambicioso homem de negócios se transforma em um escravo voluntário do tempo. A metáfora é levada ao extremo quando o protagonista se vê literalmente preso ao relógio de uma estação de trem.
“A Escada”
Direção: Philippe Barcinski
Exp, 1996,
Um homem tenta subir uma escada, mas essa tarefa pode ser mais difícil do que parece.
“A Janela Aberta”
Direção: Philippe Barcinski
Fic, 2002,
Um homem, deitado na cama antes de dormir, tenta se lembrar se fechou a janela da sala. A trajetória de um pensamento simples por uma mente conturbada.
“Um Certo Esquecimento”
Direção: André Carvalheira
Fic, 2008,
Numa banca de revista, um assassinato e a explosão de uma estrela perturbam o cotidiano e o tempo.
“Muro”
Direção: Tião
Fic, 2008,
Alma no vácuo, deserto em expansão.
Sessão Curta de Entrada, às 19:30, com:
“Arabesco”
Direção: Eliane Caffé
Fic, 1990,
Dois ladrões assaltam uma casa imaginária, onde situações estranhas e absurdas levam a duas atitudes diferentes diante do desconhecido.
“Um branco súbito”
Direção: Ricardo Mehedff
Fic, 2001,
Escritor frustrado se perde entre sua própria realidade e ficção.
sexta-feira, julho 8
Lançamento Naciona no Cine Artê!
Tradicionalmente, os documentários brasileiros são lançados com pouquíssimas cópias e têm grande dificuldade de alcançar o público, disputando espaço com produções estrangeiras, representadas por grandes distribuidoras mundiais e com alto investimento em mídia. O parque exibidor alternativo criado pelos cineclubistas, possibilitará com que os filmes circulem para além dos festivais de cinema e do circuito comercial.
Cada exibidor contemplado pelo Cine Mais Cultura receberá gratuitamente uma cópia em DVD de cada filme – Acácio e A falta que me faz – para a realizar as exibições entre julho a setembro de 2011. A quantidade de espectadores destas sessões será oficialmente registrada, contabilizando assim o público do filme no circuito não-comercial. A iniciativa é inovadora e pretende fazer com que os filmes cheguem ao público brasileiro, desde os grandes centros urbanos até o interior do país, atingindo uma parcela relevante do território brasileiro e valorizando uma experiência singular de cinema.
terça-feira, julho 5
Sábado, 09 de julho!!!

Neste sábado, 09 de julho:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“Língua – Vidas em português”
Direção: Victor Lopes
Doc, 2004,
Depoimentos: José Saramago, Mia Couto, Martinho da Vila, João Ubaldo Ribeiro e integrantes do grupo Madredeus.
Sessão Curta de Entrada, às 19:30, com:
“A arquitetura do corpo”
Direção: Marcos Pimentel
Doc, 2008,
segunda-feira, junho 27
segunda-feira, junho 20
segunda-feira, junho 13
Sábado, 18 de junho!

Neste sábado, 18 de junho:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“A Ostra e o Vento”
Direção: Walter Lima Jr.
Fic, 1997,
Sinopse: A jovem Marcela vive com seu pai, o faroleiro José, e o velho Daniel em uma ilha. Seu único contato com o mundo exterior acontece por intermédio dos quatro marinheiros que, regularmente, levam provisões aos ilhéus. A vida de Marcela segue tranqüila, protegida pelas palavras de Daniel, que a ensina a ler e é sua fonte de ternura e conhecimento, e pela severidade do pai, que quer mantê-la a salvo do resto do mundo. Quando a menina se torna adolescente, porém, começa a sentir o aflorar de sua sexualidade e o desejo de viver intensamente.
Sessão Curta de Entrada, às 19:30, com:
“Stela do Patrocínio – a mulher que falava coisas”
Direção: Marcio de Andrade
Doc, 2007,
Stela falava e falava. Ela conseguia achar palavras pra tudo aquilo que não conseguimos dizer.
segunda-feira, maio 30
No dia 04 de junho!

Neste sábado, 04 de junho:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“Dom Helder Câmara – O santo rebelde”
Direção: Erika Bauer
Doc, 2004,
Sinopse: Documentário que revisita os pensamentos de Dom Helder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife. Mostra sua atuação como figura central da ala progressista da Igreja Católica, na década de 1950, quando participou da criação da CNBB e do CELAM, e também sua atividade durante a ditadura militar, quando se envolveu profundamente com as comunidades eclesiais de base e viu a citação a seu nome ser proibida em todo o território nacional.
Sessão Curta de Entrada, às 19:30, com:
“Frei Tito”
Direção: Marlene França
Doc, 1983,
O filme reconstitui a vida do dominicano, que ficou preso
domingo, maio 22
Estamos fazendo adaptações nos horários das sessões, com o objetivo de atingir maior número de pessoas. Então, a estratégia adotada é de antecipar uma exibição de curta meia hora antes da sessão que vem corrente durante todo o ano (20:00h). Assim, temos a partir de agora duas sessões aos sábados:
19:30h - Curta de Entrada, com a exibição de curtas nacionais com classificação livre;
20:00h – Cinema Nacional na tela, com exibição de um longa nacional.
Sejam bem-vindos!
segunda-feira, maio 16
Dia 21 de maio!

Neste sábado, 21 de maio:
Sessão Cinema Nacional na Tela, às 20:00h, com:
“Samba Riachão”
Direção: Jorge Alfredo
Doc, 2001,
Aos 80 anos de idade, Riachão é o cronista musical da cidade de Salvador, tendo vivenciado todas as transformações pelas quais passou a música popular brasileira e os meios de comunicação no decorrer do século 20. É por meio das histórias deste personagem, um dos mais populares compositores baianos, que o filme apresenta um relato histórico da MPB.
Sessão Curta de Entrada, às 19:30, com:
“O Guarani”
Direção: Cláudio Marques
Doc, 2008,
Espaço de encontro e formação para cinéfilos e cineastas de diversas gerações, o Cine Guarani foi um dos mais importantes endereços de Salvador durante mais de setenta anos. O Guarani é um filme de memórias e celebração.











